24 de maio de 2017

Em dia de protesto em Brasília, ‘Diretas já’ começa a caminhar no Congresso

Manifestantes protestam em Brasília nesta quarta-feira.
© Eraldo Peres Manifestantes protestam em Brasília nesta quarta-feira.
O pedido de "Diretas já" que veio das ruas nesta quarta-feira começou a ganhar corpo no Congresso Nacional. Na manhã, senadores de oposição se aproveitaram de uma distração da base governista e conseguiram colocar para tramitar uma proposta que permitiria eleições diretas no caso de uma saída de Michel Temer do cargo ainda neste ano. A medida esbarra na maioria governista no Parlamento, que discute com mais força neste momento a escolha indireta de um eventual substituto de Temer, mas seus promotores apostam a pressão popular pode mudar o jogo. A proposta, entretanto, pode não ter efeito no caso de um processo de impeachment, que pode se arrastar até 2018, se considerado o tempo que durou o de Dilma Rousseff.

Na manhã desta quarta, parlamentares petistas conseguiram inverter a pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e fazer a leitura do relatório do senador Lindbergh Farias (PT) sobre uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe eleições diretas quando os cargos de presidente e vice ficam vagos até o final do terceiro ano do mandato. Se aprovada, a PEC prevê que a eleição direta ocorra em até 90 dias após a saída do vice-presidente e serviria apenas para um mandato-tampão, ou seja, haveria eleições presidenciais normalmente, em outubro de 2018.
A oposição se beneficiou da ausência de senadores do PMDB, que estavam em uma reunião com Temer no Palácio do Planalto, e conseguiu levar a PEC de 41 para segundo item de discussão na pauta do dia. Com isso, Lindbergh conseguiu fazer a leitura do relatório, que é o primeiro passo para que o projeto vá para votação na comissão. A previsão é que isso ocorra já na semana que vem. Se aprovada na CCJ, a PEC irá para votação no Plenário, mas caberá ao presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB), colocá-la em votação.
Eunício é aliado do presidente Temer e a própria oposição reconhece que a matéria só terá chance de ser aprovada na CCJ e de entrar na pauta de votação no Plenário caso haja pressão popular. Por isso, a manifestação das centrais sindicais em Brasília, nesta quarta, pode ser um termômetro essencial para mudar os ânimos no Congresso, avaliavam petistas pela manhã. O protesto reúne as centrais sindicais que costumavam ficar de lados opostos durante os governos petistas, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Força Sindical. É a primeira vez, na última década, que todas elas se reúnem por uma causa comum: a derrubada das reformas trabalhista e da Previdência e a saída do presidente Michel Temer, com um pedido de eleições diretas. São 25.000 manifestantes, segundo a polícia, e 100.000 pessoas, de acordo com os organizadores, que caminharam desde as 10h do estádio Mané Garrincha até o Congresso Nacional. O parlamento está cercado por grades e por policiais e já houve confusão, com a polícia atirando bombas de gás lacrimogêneo.
Há ainda outro obstáculo. Mesmo que seja aprovada, a PEC, de autoria do senador José Reguffe (sem partido), só teria algum efeito neste momento caso Temer deixe o cargo ainda neste ano. No ano que vem, Temer entraria no último ano de mandato e a PEC prevê que, neste caso, a vaga seria ocupada por eleição indireta. Caso a Câmara aprove a abertura de qualquer um dos processos de impeachment protocolados (já são 12 desde o início do escândalo da JBS e a OAB deve protocolar mais um na próxima quinta-feira), o processo pode se arrastar por meses. O de Dilma, por exemplo, demorou quase nove meses entre a abertura do processo (em dezembro de 2015) e sua destituição (agosto de 2016). Para a oposição, entretanto, isso não é um problema. Para eles, a saída de Temer não virá por impeachment. "Temer não vai cair por impeachment, esqueça. Ele cai ou por renúncia, porque está completamente desmoralizado, ou pelo TSE [que julga a partir do próximo dia 6 de junho se houve irregularidades na campanha da chapa Dilma-Temer]", afirma o senador Lindbergh.
Com alternativa a isso, também tramita paralelamente na Câmara uma outra PEC, de autoria do deputado Miro Teixeira (Rede), que prevê eleições diretas caso a vacância nos cargos presidenciais ocorra até seis meses antes do fim do mandato. Na última terça-feira, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados colocou em sua pauta a análise desta proposta. A eleição também seria para um mandato-tampão e a votação ocorreria em até 30 dias após a vacância do cargo.
A PEC 227 seria votada na CCJ, mas uma manobra de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara e aliado de Temer, travou a votação da proposta. A previsão é que na próxima semana ela comece a ser analisada no colegiado. Esse é o primeiro passo para que o projeto se torne lei. Se forem seguidos os trâmites normais, a votação dessa PEC no Congresso pode levar entre um e quatro meses. Ou seja, demoraria, provavelmente, mais tempo que a PEC do Senado para ser aprovada.
Autor do projeto, Teixeira diz que seu objetivo não era confrontar Governo A ou B. “Ela foi apresentada em junho do ano passado, quando processo contra a Dilma já tinha passado pela Câmara. Meu objetivo era o de evitar qualquer questionamento judicial, já que o Código Eleitoral diz uma coisa e a Constituição, outra”, afirmou. Uma ação no STF questiona a constitucionalidade de um artigo da lei eleitoral que prevê eleição direta no caso de cassação do registro eleitoral de chefes do Executivo (Presidência, governos estaduais e prefeituras). A ação ainda não foi julgada pela Corte, mas o ministro relator, Luis Barroso, já a liberou para ser analisada em plenário.
“Ela não é uma PEC de oportunidade, é para resolver o país. É para tirar essa perplexidade na qual vivemos. Por que tirar do povo o direito de decidir?”, questiona Teixeira.
As propostas que pedem as “Diretas Já” têm sido identificadas como uma bandeira de parte da esquerda brasileira, que tentaria emplacar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O próprio partido veiculou na TV uma propaganda na qual Lula é a principal estrela e fala como candidato tácito e o presidente da legenda, Rui Falcão, diz que o "o Governo Temer acabou" e pede eleições diretas. No protesto das centrais sindicais contra Temer nesta quarta-feira, é possível ver centenas de pessoas vestindo camisetas com uma foto de Lula e os dizeres: “O cara ‘tá’ voltando”. Em contrapartida, movimentos que pediram o impeachment de Dilma Rousseff iniciaram nas redes sociais campanhas contra as diretas. Preferem que, no caso de queda de Temer, ocorra uma eleição indireta, na qual apenas congressistas votam.

Fonte: 

A moda de "sumir" nos relacionamentos tem nome e explicação: entenda de uma vez

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nito/Shutterstock
Você já ouviu falar que a moda do “ghosting” tem se tornado cada vez mais popular nos relacionamentos? Inspirada na palavra “ghost”, que significa "fantasma" em inglês, essa é uma maneira de cortar relações com alguém, desaparecendo da sua vida sem nenhuma explicação. E isso inclui o seu paquera ou “peguete” não responder às suas mensagens no WhatsApp, seus e-mails ou chamadas. O termo "ghosting”, então, é usado para descrever o final de um relacionamento romântico, e a tendência em aplicar esse golpe do término é cada vez mais popular.

Como acontece o “ghosting”?

Sem aviso prévio, seu “ficante” ou paquera deixa de responder às suas mensagens de texto e chamadas. Ele simplesmente desaparece da sua vida sem dar qualquer explicação. Quem aplica o “efeito fantasma” o faz porque quer evitar a todo custo qualquer tipo de explicação ou diálogo, por isso passa a ignorar suas chamadas, mensagens e, basicamente, joga seu relacionamento para fora de sua vida sem qualquer satisfação.

Consequência para todos

O termo “ghosting” uma palavra em inglês que se traduz como “se fazer de fantasma” vem ganhando popularidade nos últimos tempos, sendo escolhida como uma das palavras de 2015 a ser incluída no dicionário britânico Collins. Porém, os especialistas em psicologia alertam que o “ghosting” tem consequências, tanto para quem sofre e como para quem o pratica.
O primeiro vê sua autoestima lesada e tem que atravessar pelo período de luto que conduz ao fim de um relacionamento, sem ter todas as respostas sobre as razões para o rompimento. O segundo, se se trata de uma relação consolidada, terá que lidar com o remorso e a culpa por haver deixado alguém desta maneira.
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Especialistas dizem que em alguns casos, aqueles que praticam o “ghosting” têm medo de conflitos, evitando a todo custo os confrontos, incluindo ter que dizer a alguém que quer por um fim no relacionamento diretamente na cara.
Com o hábito estabelecido com todas as novas tecnologias, as pessoas se acostumaram a se livrar dos outros simplesmente não respondendo. E isso começa com os adolescentes, crescendo com a ideia de que você pode enviar a alguém uma mensagem de texto e não receber nada como resposta. Isso tem consequências graves, porque quando se trata as pessoas como se pudessem ser ignoradas, você começa a pensar que isso é normal e que os outros não têm sentimentos.

Fonte: Bolsa de mulher

O que é o problema que fez Eliana se afastar da TV e por que é perigoso para o bebê?

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© Fornecido por Batanga Media Difusão pela Internet LTDA
Eliana, grávida do segundo filho, teve que se afastar provisoriamente da televisão. A decisão foi tomada depois que a apresentadora teve um descolamento de placenta, problema que pode desencadear um parto prematuro ou óbito fetal.
Grávida de 21 semanas, Eliana espera uma menininha, fruto do seu relacionamento com o diretor de TV Adriano Ricco. A apresentadora surpreendeu a todos quando, aos 43 anos, revelou em rede nacional que Arthur, seu primeiro filho, de 5 anos, ganharia uma irmãzinha.
À revista Claudia, durante uma participação especial no mês das mães, Eliana já havia comentado que enfrentava problemas com a gestação. No primeiro trimestre, ela chegou a ser submetida a um procedimento cirúrgico para assegurar a continuação do desenvolvimento do bebê.

A informação recente sobre o problema foi divulgada pelo colunista Ricardo Feltrin, do site de notícias Uol. Logo depois, a apresentadora usou suas redes sociais para se pronunciar.
Ao postar uma foto da barriga de grávida, ela explicou, com muita delicadeza, o que está acontecendo. “Estou em repouso por ordens médicas. Farei de tudo para que ela cresça e se desenvolva da melhor maneira possível aqui dentro. Preciso salvar minha filha de um parto muito prematuro. Tive um descolamento da placenta”, escreveu.
Embora seu quadro seja estável, Eliana está de repouso absoluto. A recomendação é comum e tem como principal objetivo manter o bebê o maior tempo possível dentro do útero.

Descolamento de placenta: o que é

A placenta é um órgão formado durante a gravidez que se fixa no útero. Ela é a responsável pela chegada de nutrientes e oxigênio ao bebê. Por isso, qualquer problema que interfira nesse funcionamento afeta diretamente a saúde da gestação.
Durante todo o período, o órgão fica fixado no útero e, somente após o nascimento do bebê, ele descola e, então, é expelido. O descolamento prematuro de placenta, no entanto, é um problema que surge quando parte do órgão se solta antes de o bebê estar pronto para nascer.
bebe placenta ilustracao 0417 400x800 © Fornecido por Batanga Media Difusão pela Internet LTDA bebe placenta ilustracao 0417 400x800 Embora seja pouco comum, o quadro pode ser grave. Isto porque, a depender do período em que ocorre, pode desencadear um trabalho de parto prematuro, diminuindo as chances de vida do bebê ou ainda morte fetal (quando o feto morre ainda dentro do útero), já que o fornecimento de oxigênio e nutrientes fica prejudicado.
O descolamento ocorre quando os vasos sanguíneos que ligam o útero a placenta se rompem – essa ruptura tem níveis e pode atingir de pequenas a grandes regiões, variando a gravidade do problema e, por consequência, dos tratamentos, que incluem, a depender do caso, repouso absoluto, para manter o feto dentro do útero o maior tempo possível ou manipulação medicamentosa, que visa a maturação dos pulmões do bebê para um eventual parto prematuro. Esta é a causa de um dos principais sintomas do problema, o sangramento.

Sinais de descolamento de placenta

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© Fornecido por Batanga Media Difusão pela Internet LTDA mulher gravida silhueta 0517 400x800 Embora seja incomum, há casos onde a placenta se descola, mas não há sangramento suficiente para que a mulher note. Por isso, é essencial destinar atenção a outros sintomas, que incluem dor súbita e intensa abdominal e nas costas e baixa movimentação fetal.

Causas do descolamento de placenta

Hipertensão, ruptura prematura da bolsa amniótica, uso de drogas, álcool e cigarro, gestação múltipla, miomas e antecedentes de descolamento de placenta estão entre os fatores de riscos que aumentam as chances de uma mulher desenvolver o problema. Não há, no entanto, definição exata das causas.

Fonte: 

Temer aciona o Exército para conter protestos em Brasília

Conflito entre policiais e manifestantes durante ato contra Temer em Brasília 24/05/2017
© image/jpeg Conflito entre policiais e manifestantes durante ato contra Temer em Brasília 24/05/2017
O governo federal autorizou que tropas da Força Nacional façam a segurança da Esplanada dos Ministérios durante protesto em Brasília na tarde desta quarta-feira. O anúncio foi feito pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann
“Uma manifestação que estava prevista como pacífica degringolou para a violência, vandalismo e desrespeito, agressão ao patrimônio público,  ameaça às pessoas, muitas delas servidores que se encontram aterrorizados, que nós estamos garantindo sua evacuação”, afirmou o ministro.
Segundo ele, em resposta a pedido de Rodrigo Maia, presidente da Câmara, Michel Temer autorizou a ação de garantia de lei da ordem. Segundo ele, tropas do exército irão fazer a segurança dos prédios da Esplanada dos Ministérios.
“O senhor presidente da República faz questão de ressaltar que é inaceitável a baderna e o descontrole e que ele não permitirá que atos como esse venham a turbar o processo que se desenvolve de forma democrática e com respeito às instituições”, disse o ministro.

Fonte: 

22 de maio de 2017

Filho de Renato Russo expulsa a avó de casa

Bens do cantor ficaram sob controle absoluto do herdeiro
© Instagram Bens do cantor ficaram sob controle absoluto do herdeiro
Uma polêmica surgiu em torno do nome de Renato Russo. Giuliano Manfredini, filho adotivo do roqueiro, teria expulsado a avó, Carmem Manfredini, da casa onde moravam juntos, em Brasília.

De acordo com o jornal “O Dia”, a mãe de Renato está morando há três semanas com a filha em outra residência, localizada também no Distrito Federal.
Ainda segundo a publicação, quando Russo morreu – em 1996 – o artista deixou alguns imóveis no Rio de Janeiro, em São Paulo e na capital do País. Com o passar dos anos, as propriedades começaram a ser administradas por Giuliano.
Antes do episódio envolvendo sua avó, Giuliano também causou polêmica ao retirar Carmem Tereza, irmã de Renato, de um apartamento. E para evitar conflitos, a cantora se mudou para Brasília em uma casa comprada por ela com recursos próprios.
E ainda tem mais! Giuliano teria trocado todas as fechaduras de um imóvel em Ipanema, no Rio de Janeiro, para que a avó e a tia não tivessem acesso ao apartamento.

Fonte: 

Hayden não resiste aos ferimentos e morre na Itália aos 35 anos após ser atropelado quando andava de bicicleta

© Fornecido por Grande Prêmio
Nicky Hayden, campeão da MotoGP na temporada 2006, não resistiu aos sérios ferimentos sofridos na última quarta-feira (17). Atropelado por um carro enquanto andava de bicicleta na cidade italiana de Riccione, o norte-americano morreu nesta segunda-feira (22). Hayden tinha 35 anos de idade. A notícia foi confirmada em boletim oficial do Hospital Maurizio Bufalini, onde o piloto estava internado há quase uma semana.
 
O quadro de saúde de Hayden gerou preocupação desde o princípio. Tão logo Hayden chegou ao centro médico de Riccione, ficou claro que a situação era grave: Nicky foi diagnosticado com traumas severos na cabeça e no tórax. Assim, ficou decidido que o americano, inconsciente, precisava ser transferido para o hospital Bufalini, na cidade vizinha de Cesena. A condição clínica do #69 impediu os médicos de realizarem uma cirurgia. O piloto tinha um “sério politrauma com subsequente dano cerebral grave”.

“O corpo médico atestou a morte do paciente Nicholas Patrick Hayden, internado na quarta-feira, 17 de maio, em uma unidade de cuidados intensivos do Hospital Bufalini, de Cesena, em consequência das graves lesões múltiplas ocorridas naquela data”, diz a nota oficial do hospital.

Nesta segunda-feira, em uma entrevista ao jornal ‘Gazzetta dello Sport’, Kevin Schwantz, campeão das 500cc em 1993, contou que encontrou com Hayden horas antes do atropelamento nas cercanias de Rimini e chegou a recusar um convite do ‘Kentucky Kid’ para pedalar.

No fim da semana passado, o pai de Nicky, Earl, conversou com um site norte-americano e negou uma série de boatos, inclusive da morte do piloto. O patriarca da família do Kentucky, que não pôde ir à Itália por conta de um problema de saúde, afirmou ainda no domingo que o #69 “precisava de um milagre”.

Internado desde quarta-feira, Nicky estava acompanhado da mãe, Rose, do irmão Tommy, e da noiva, Jackie Marin, além de integrantes da Honda. O piloto de 35 anos deixa o pai, Earl, e mais dois irmãos, Kathleen e Roger Lee.
Em novembro de 2015, antes de fazer sua então última corrida da MotoGP, Hayden foi homenageado pela Dorna, a promotora do Mundial de Motovelocidade, e entrou para o rol das Lendas da MotoGP. Depois daquele fim de semana em Valência, o norte-americano voltou à classe rainha outras duas vezes: uma pela Marc VDS e outra pela Honda, substituindo os lesionados Jack Miller e Dani Pedrosa, respectivamente.

O primeiro boletim médico foi divulgado pelo Maurizio Bufalini horas depois do acidente, ainda na noite de quarta-feira, e dava conta de que o estado de saúde de Hayden era crítico e não havia melhorado com relação aos primeiros momentos após o acidente. Hayden teve uma parada cardíaca na UTI e precisou ser reanimado. Estava fraco demais, porém, para ser submetido a uma cirurgia. 
 
Mais algumas horas depois, na manhã da quinta-feira, o hospital divulgou que a situação não havia melhorado e Nicky ainda estava "extremamente fraco". Em seguida, a Honda divulgou seu primeiro comunicado e disse que a marca tinha representantes junto a Hayden no hospital, mas sem tocar no estado de saúde do piloto. Algumas horas depois, admitiu que a situação era gravíssima e anunciou a chegada da família de Hayden a Cesena - a noiva, Jackie Marin, a mãe, Rose, e irmão, Tommy. Hayden tinha um sério politrauma e dano cerebral grave.
 
© Fornecido por Grande Prêmio
A mudança positiva tão esperada pelos fãs, não chegava. Enquanto recebia elogios e mensagens de incentivo de outros rostos do esporte a motor, como Valentino Rossi - grande rival do ano do título mundial -, Hayden seguia em situação difícil. O Hospital Maurizio Bufalini iniciou a sexta-feira relatando uma noite "sem mudanças" e a manutenção da situação "extremamente grave"
 
No começo do sábado, a imprensa italiana passou a tratar de que Nicky havia sido colocado em coma induzido, algo que o pai do piloto, Earl Hayden - que não foi à Itália por conta de um tratamento de saúde -, tratou de negar prontamente. Earl voltaria a falar nesta segunda-feira pela manhã, quando pedia um milagre. A mudança sobre o estado de saúde não chegou também naquele sábado.
 
O último boletim médico foi divulgado no domingo. Novamente, o Hospital Maurizio Bufalini relatou que não havia mudança no quadro crítico de Hayden. 
 
No começo da tarde desta segunda, as esperanças cessaram. Hayden não resistiu.

Nicky Hayden nasceu na cidade de Owensboro, no Kentucky, em 30 de julho e tem 35 anos. É o último piloto norte-americano campeão mundial da MotoGP De trajetória diferente da maioria dos competidores do Mundial de Motovelocidade, o piloto ganhou notoriedade com grandes performances no Campeonato Americano de Superbike, categoria na qual se consagrou campeão em 2002. Antes disso, já havia vencido a AMA Supersport 600 com a Honda em 1999.

Nicky ainda faria uma participação em 2002 na rodada de Laguna Seca do Mundial de Superbike. E o desempenho chamou atenção, tanto que, na temporada seguinte, Hayden já estava na MotoGP, defendendo a equipe de fábrica da Honda. 
 
Com os japoneses, o piloto foi quinto colocado em seu ano de estreia em 2003. A carreira do americano. então, evoluiu ao longo dos anos: em 2005, veio a primeira vitória na MotoGP e logo em casa: com direito a pole em Laguna Seca, Hayden subiu ao topo do pódio pela primeira vez em 10 de julho. Além da vitória na Califórnia, o piloto faturou ainda outros cinco pódios e duas poles para terminar em terceiro lugar. Mas o grande ano veio em 2006. Ainda andando com a marca nipônica, Hayden se tornou campeão mundial, vencendo Valentino Rossi, por apenas cinco pontos.

Foram dois triunfos de Hayden naquele ano, contra cinco de Rossi. No entanto, a consistência do americano da Honda e a regularidade foram decisivos para que ele conquistasse sua maior glória na carreira.
 
Nicky ficou mais duas temporadas na esquadra japonesa antes de, em 2009, assinar contrato com a Ducati. Pela equipe italiana, o norte-americano disputou cinco campeonatos, tendo o italiano multicampeão do Mundial como companheiro em duas temporadas. Sem sucesso com a difícil moto de Borgo Panigale, Hayden ainda correr na pequena Aspar entre 2014 e 2015. Sua última aparição na MotoGP aconteceu no passado, quando defendeu a Marc VDS na Espanha e a Honda na etapa de Austrália, onde foi chamado para substituir o lesionado Dani Pedrosa.
 
Atualmente, Hayden corria pela equipe de fábrica da Honda no Mundial de Superbike. No último fim de semana, o piloto disputou a rodada de Ímola. Nicky não terminou a primeira corrida, mas completou a segunda em 12º.

O Mundial de Superbike volta às pistas já neste fim de semana, com a etapa de Donington Park. A Honda, equipe defendida por Hayden, não confirmou se estará na pista inglesa.
 

21 de maio de 2017

Veja os 15 pontos questionados pela defesa de Temer sobre gravação

A gravação feita por Joesley, durante uma reunião no Palácio do Planalto com o presidente, serviu de base para a abertura de um inquérito para investigar Michel Temer

© Reprodução / facebook
A Procuradoria-Geral da República e os advogados do presidente Michel Temer protocolaram, neste domingo (21), 31 pedidos de esclarecimento à Polícia Federal sobre o áudio da conversa entre Temer e o dono do frigorífico JBS, Joesley Batista.

A gravação feita por Joesley, durante uma reunião no Palácio do Planalto com o presidente, serviu de base para a abertura de um inquérito para investigar Michel Temer por suspeita de corrupção passiva, obstrução à Justiça e organização criminosa.
No sábado (20), um perito contratado pelo jornal "Folha de S.Paulo" revelou que havia indícios de que o áudio tinha sido editado. Em resposta, a defesa de Temer apresentou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato na corte, um pedido para suspender o inquérito e para que o áudio passasse por perícia.
Segundo informações do G1, Fachin determinou que a defesa de Temer e a Procuradoria-Geral da República apresentassem os pontos que deveriam ser esclarecidos pela PF até a noite deste domingo.

eja a lista dos 15 pontos questionados pela defesa do presidente:
  • O nome do arquivo identifica uma data. Esta data coincide com o dia do diálogo? Pelo sistema de gravação, se identificado, é comum o salvamento automático com a data do dia de gravação? Se não coincidir é possível afirmar que houve adulteração no nome do arquivo?
  • Esses ruídos podem ter sido incluídos na gravação para mascarar cortes ou edições?
  • O jornal “O Estado de São Paulo”, com base em perícia do Sr. Marcelo Carneiro de Souza, identificou 14 “fragmentações” no mesmo áudio. É possível identificá-las?
  • No final do áudio, ouve-se nova transmissão de rádio, é possível identificar o horário em que foi realizada esta transmissão?
  • O aparelho utilizado foi resguardado e mantido em cadeia de custódia, conforme determinam os POP’s?
  • Pelo nome do arquivo, ou pelos seus metadados, é possível identificar a marca, modelo e o sistema de gravação do aparelho utilizado?
  • Qual o tempo de duração do áudio?
  • As degravações veiculadas pelos meios de imprensa correspondem à integralidade da conversa reproduzida no áudio?
  • É possível identificar a supressão de palavras ou expressões na gravação, ou que tenham sofrido adulteração que lhes modificou o sentido real?? Na hipótese de resposta afirmativa, pode-se apontar os momentos respectivos da gravação?
  • Qual o formato do arquivo de áudio? Este tipo de arquivo possui alguma proteção contra edições e manipulações? É possível manipular este tipo de arquivo com relativa facilidade?
  • No início da gravação ouve-se um áudio que parece ser uma transmissão de rádio. É possível identificar em que horário e quanto tempo durou esta transmissão?
  • O jornal “Folha de São Paulo” na edição do dia 20 do corrente, afirma que após uma perícia, o Sr. Ricardo Caires dos Santos, perito judicial do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo foram identificadas 50 edições no áudio. É possível aponta-las?
  • Há momentos de ruído alto no áudio, é possível identifica-los e apontar a razão de tais ruídos?
  • A frase “tem que manter isso, viu” dita pelo presidente Michel Temer é imediatamente precedida por qual frase de seu interlocutor?
  • De acordo com a gravação a ser periciada, é possível analisar a porcentagem de participação de cada interlocutor no diálogo? Em resposta afirmativa, qual seria esta divisão?
Procuradoria-Geral da República
A PGR pede outros 16 esclarecimentos, entre eles se "há montagens, trucagens, adulterações ou alterações outras na gravação que indiquem manipulação fraudulenta do áudio"; e se a perícia pode afirmar "que uma das vozes dos interlocutores provém do investigado Michel Temer."


 POR Notícias Ao Minuto

Qual a origem dos símbolos de masculino e feminino?

© Fornecido por Abril Comunicações S.A.
O espelho de Vênus (♀) e o escudo de Marte (♂) são símbolos criados pela alquimia e que aludem aos deuses da Roma antiga. Na mitologia romana, Vênus era a deusa do amor, associada com harmonia, beleza e empatia, enquanto Marte era o deus da guerra, associado com agressão, força e impulsividade. Durante a Idade Média, os alquimistas retomaram os estudos gregos que associavam metais, planetas e deuses. Marte representava o ferro e Vênus o cobre. Durante esse processo, os nomes originais deram origem aos símbolos que conhecemos hoje (veja abaixo). Por muito tempo, esses símbolos permaneceram esquecidos até que, no século 18, o sueco Carolus Linnaeus (criador da classificação científica) passou a se referir às plantas de linhagem feminina com o símbolo , às de linhagem masculina com e às híbridas com o Caduceu de Mercúrio.
© Fornecido por Abril Comunicações S.A.
PERGUNTA DO LEITOR Kaique Rossoni, Colatina, ES
FONTES Livro The Origin of the Male and Female Symbols of Biology, de William T. Stearn; revista Taxon Vol. 11, No. 4 (1962)

Aécio vai ao Supremo para tentar retomar mandato no Senado

© Agência Brasil

Na Operação Patmos, deflagrada na última quinta (18), o ministro Edson Fachin determinou o afastamento de Aécio do Senado e "de qualquer outra função pública"

A defesa do senador Aécio Neves (PSDB-MG) vai apresentar ao STF (Supremo Tribunal Federal), na segunda-feira (22), um pedido para retomar seu mandato.
Na Operação Patmos, deflagrada na última quinta (18), o ministro Edson Fachin determinou o afastamento de Aécio do Senado e "de qualquer outra função pública".
Fachin também exigiu que o parlamentar entregasse o passaporte, já que ele está proibido de sair do país.
Aécio não pode falar nem se encontrar com investigados ou réus do mesmo inquérito.
"Vamos pedir a revogação das cautelares. O passaporte, ele vai entregar. Mas o afastamento do mandato é ilegal, não há amparo na Constituição", afirmou Alberto Toron, advogado do senador.
Fachin acatou parcialmente os pedidos apresentados pela PGR (Procuradoria-Geral da República).
Embora tenha aceitado afastar o tucano do cargo do Senado, o ministro rejeitou o pedido de prisão e não exigiu o uso de tornozeleira eletrônica.
Rodrigo Janot, procurador-geral da República, ainda não protocolou nenhum recurso sobre a negativa do Supremo -se o fizer, o caso deve ser levado ao plenário.

fonte:   POR Folhapress

Policial de folga reage a assalto e mata bandido na Praça da Bandeira

A arma de um dos bandidos foi apreendida pela polícia
 
Um policial civil foi vítima de assalto, no início da noite deste domingo (21), na Praça da Bandeira, no Centro do Rio de Janeiro.

De acordo com o 4º BPM (São Cristóvão), o policial, que estava de folga, percebeu a aproximação dos dois criminosos e reagiu. Houve troca de tiros no local.
Segundo informações do Dia, um dos suspeitos foi baleado e morreu no local, já o outro criminoso conseguiu fugiu. A arma de um dos bandidos foi apreendida pela polícia.
A ocorrência será registrada na 18ª DP (Praça da Bandeira).

 POR Notícias Ao Minuto

Temer reduz verba da PF e gera suspeita de interferência na Lava Jato

Temer reduz verba da PF e gera suspeitade interferência na Lava Jato: "Para mim, está mais claro e cristalino que há uma ameaça real", avaliou o presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal, Carlos Eduardo Sobral
© Reuters "Para mim, está mais claro e cristalino que há uma ameaça real", avaliou o presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal, Carlos Eduardo Sobral
Quando foi deflagrada a operação Lava Jato, em 2014, a equipe da Polícia Federal que atuava em Curitiba contava com nove delegados federais, que faziam parte de um efetivo de quase 60 policiais. Hoje, apenas quatro delegados seguem atuando nos casos, responsáveis por cerca de 180 inquéritos em andamento.
A redução não ocorreu somente no quadro da força-tarefa no Paraná, Brasília e Rio de Janeiro também sentiram. O motivo foi a redução de verbas da PF, em consequência do corte geral dos gastos da União.
De acordo com informações do blog de Fausto Macedo, no Estadão, a previsão do Orçamento da União de 2017 para o Ministério da Justiça é de R$ 13 bilhões, sendo R$ 6 bilhões para a Polícia Federal - R$ 4,7 bilhões destinados ao pessoal e R$ 1 bilhão ao custeio. O corte de 44% é o mais expressivo, desde que a força-tarefa teve início.
A situação é motivo de preocupação para os membros da Lava Jato, que temem o enfraquecimento das ações. “Será o fim da Lava Jato”, afirmou um dos membros da força-tarefa, em Curitiba, pedindo anonimato.
Um reflexo dessa redução já pode ser sentido no que se refere às operações ostensivas. Com 40 fases de buscas e prisões desencadeadas nesses três anos de escândalo, as últimas operações foram realizadas por iniciativa do Ministério Público Federal.
“O investimento já é quase zero. O custeio é para movimentar a máquina. Vai paralisar as atividades. Em um orçamento que já é pequeno, cortar 44%, vai parar”, afirma o presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), Carlos Eduardo Sobral.
“O contingenciamento é sempre uma espada no nosso pescoço, que o governo pode usar a qualquer tempo, e com isso, paralisar as nossas atividades, em razão da nossa falta de autonomia orçamentária financeira", completa.
A notícia de cortes tem deixado os procuradores da Lava Jato em alerta. Muitos consideram que as medidas caracterizam interferência direta do governo Temer para tentar frear as investigações.
“No ano passado foi a vez do PT manifestar que tinha interesses de fazer pressão para interferir na Polícia Federal. Nós temos agora o presidente do PSDB, ou seja a cúpula do mundo político partidário, manifestando que tem interesse em nomear ministro da Justiça para interferir na Polícia Federal. Para mim, está mais claro e cristalino que há uma ameaça real de interferência”, avaliou Sobral, da ADPF. “Nós vamos lutando, mas a vontade de interferir está latente, não é isolada e vem do alto escalão da política”, afirmou.
Fonte: 

20 de maio de 2017

'Roubam milhões, e eu viro estrela', diz Malafaia, citado por delator

'Roubam milhões, e eu viro estrela', diz Malafaia, citado por delator: "Manda este ladrão, vagabundo, bandido provar o que fala", disse pastor
© Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil "Manda este ladrão, vagabundo, bandido provar o que fala", disse pastor
O pastor Silas Malafaia acusou um advogado da JBS de "querer salvar a própria pele" citando "uma pessoa muito conhecida" - ele, no caso. "Manda este ladrão, vagabundo, bandido provar o que fala", disse à reportagem.
Francisco de Assis e Silva, que defende o grupo dos irmãos Joesley e Wesley Batista, envolveu o líder evangélico em sua delação premiada. Segundo Silva, outro advogado da JBS, Willer Tomaz, afirmou que o pastor pediu um encontro com um juiz (identificado como "dr. Ricardo") de Brasília.
Malafaia, na versão do delator, estaria buscando estreitar relações com o magistrado após ter sido alvo de condução coercitiva, em dezembro. Foi na Operação Timóteo, que investigava suposto esquema de corrupção em cobranças de royalties da exploração mineral.
Em fevereiro, dois meses após levá-lo para depor, a Polícia Federal indiciou Malafaia por suspeitar que ele ajudou essa suposta organização criminosa a lavar dinheiro. Um dos escritórios de advocacia implicados no caso depositou R$ 100 mil na conta pessoal do líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, segundo a PF.
"Virei 'o cara'. Recebo uma oferta de R$ 100 mil, os caras roubam milhões, e quem vira estrela sou eu", afirmou Malafaia.
O pastor assume conhecer Willer, preso na quinta (18) pela PF, sob suspeita de tentar interferir em investigações da Operação Greenfield. Em depoimento, Joesley Batista disse que contratou Willer pois ele dizia ter acesso e influência sobre Ricardo Augusto Soares Leite, juiz substituto da 10ª Vara Federal do Distrito Federal.
"Não nego que conheço o Willer, mas o que isso tem a ver, minha filha?", disse Malafaia. "É advogado de uma centena de deputados e senadores, advogado do Magno Malta [senador do PR-ES, evangélico como ele], que é um amigão meu. Já estive com ele, almocei, essas trocas de 'zap' [WhatsApp]. Até ganhei um susto quando vi que decretaram a prisão dele."
O pastor disse que jamais pediu encontro "com qualquer juiz". "Eu, hein, 'nego' tá sonhando. Deixa ele sonhar, faz bem para a saúde." Antes de a delação vir à tona, nesta sexta (19), Malafaia publicou uma série de tuítes comentando a delação da JBS. Com informações da Folhapress.

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Presidente da OAB diz que mantém pedido de impeachment mesmo se inquérito for suspenso

Foto: Divulgação
Em um ano e meio no cargo, o presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, parte para o seu segundo pedido de impeachment. O primeiro foi da presidente Dilma Rousseff. O segundo foi aprovado na madrugada de domingo, 21, por 25 bancadas da OAB das 26 que votaram. Entre terça e quarta-feira, a OAB representa contra Michel Temer.
 Leia entrevista com Lamachia:
 O que explica esse resultado tão expressivo?

Lamachia – Foi uma reunião demorada, com resultado em termos de representatividade muito forte. Quando nós pedimos o impeachment da presidente Dilma Rousseff tivemos um resultado muito semelhante, praticamente igual. Isso é relevante porque demonstra o quanto a OAB é apartidário.
Quando o pedido de impeachment será protocolado na Câmara?
Lamachia – A petição inicial será apresentada até terça ou quarta-feira.
E se o STF suspender o inquérito como pede a defesa do presidente?
Lamachia – Para nós não muda nada se o STF cancelar o inquérito. A nossa decisão é baseada nas declarações do presidente da República. Ele confirmou o teor da conversa que teve com o empresário [com Joesley Batista], que esteve com ele. Estamos nos baseando naquilo que foi admitido por ele e não nos áudios. É irrelevante se o áudio teve ou não teve corte. É relevante para nós que ele reconhece que teve o diálogo e que foi uma conversa seguramente nada republicana com alguém investigado em quatro operações, com alguém que o próprio Temer diz que era um fanfarrão. Isso ja demonstra que se o áudio teve alguma adulteração isso representa muito pouco. Se ele negasse o encontro teríamos que avaliar a veracidade e a legalidade do áudio, mas na medida que ele nao nega, se teve ou nao corte, isso é irrelevante.
É a terceira vez que a OAB pede impeachment de um presidente…
Lamachia- Meu sentimento é de tristeza. Estou há um ano e meio na presidência da OAB e pedi dois impeachment. Isso demonstra que nosso sistema política está apodrecido. Precisamos de uma reforma política imediatamente.
Rodrigo Maia pode arquivar o pedido de impeachment..
Lamachia – Se ele arquivar vai ter que prestar contas à sociedade brasileira. É uma prerrogativa que o presidente da Câmara tem. Entendo que todo homem público tem responsabilidade frente aos seus eleitores e frente à sociedade brasileira.
Fonte:  Estadão  por Andreza Matais

Após ser citada em delação da JBS, apresentadora do SBT é xingada na web

Foto: Divulgação/SBT
Patrícia Abravanel teria participado de jantar organizado por Joesley Batista A apresentadora Patrícia Abravanel voltou a sofrer ataques nas redes sociais por motivos políticos. Desta vez, a filha de Silvio Santos despertou a ira dos internautas após ter o nome citado na delação premiada de Ricardo Saud, diretor da JBS.

No vídeo, Saud diz que Patrícia acompanhou seu então noivo, o deputado federal Fábio Faria (PSD-RN), em um jantar na casa de Joesley Batista, organizado para levantar a propina para a campanha eleitoral de seu sogro, Robinson Faria (PSD-RN), que concorria ao cargo de governador do Rio Grande do Norte - e acabou eleito em 2014.
"Foi um jantar muito elegante até. Foi o Fábio Faria com a noiva dele, a Patrícia Abravanel, filha do Silvio Santos. Foi o Robinson Faria com a esposa dele, nós todos com as esposas, tal, para tratar de propina. Até bacana, né? Todo mundo com as esposas para tratar de propina", disse Saud.
Desde que o vídeo veio à tona, Patrícia recebeu uma avalanche de críticas em seus perfis nas redes sociais. "Ladra" e "falsa moralista" foram alguns dos comentários mais brandos, mas muitos vieram carregados de xingamentos e ofensas.
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. Foto: https://www.instagram.com/patriciaabravanel/
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. Foto: https://www.instagram.com/patriciaabravanel/
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. Foto: https://www.instagram.com/patriciaabravanel/
Em abril, Patrícia foi alvo de ataques nas redes sociais pelo fato de seu marido, Fábio Faria, constar na lista de pedidos de inquérito do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.
Fonte:  O Estado de S.Paulo

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